quinta-feira, 22 de junho de 2017

#GaloNoDetalhe: Reage Roger!


Reage Roger!

Você não é o único culpado desse momento tão decepcionante pra torcida do Galo, mas a solução está nas suas mãos. Se é o esquema que não tá bom é você que tem que alterar. Se houve queda de vários jogadores ao mesmo tempo é você que tem que trocar. Se tem gente fazendo corpo mole é você que tem que identificar e excluir de qualquer contato com o campo usando esse manto listrado.

Reage Roger!

O esquema com três volantes surgiu pra dar mais proteção à defesa e permitir que o ataque com jogadores de alta qualidade técnica e pouco apoio na recomposição defensiva ficasse mais inteiro para agredir o adversário. Nem uma coisa nem outra tem acontecido. E há vários jogos. Vai insistir no que não funciona?

As laterais seguem sem cobertura. Apoiam menos do que deveriam por medo de se expor e mesmo assim se expõe. Quando vão ao ataque, especialmente o Fábio Santos, erram praticamente tudo que tentam.

Na hora de marcar não se vê dobra, pressão, combate e cobertura no nível esperado pra uma competição de alto nível. Todo mundo ataca o Galo o tempo todo e pra levarmos perigo ao oponente é um parto!

Você fica bravo à beira do campo, Roger. Mostra como está irritado com a falta de marcação firme, esbraveja quando o time não troca passes, quando desperdiça a posse de bola com tamanha facilidade e depois, quando demora um século pra ter a bola nos pés de novo, vemos da arquibancada você esbravejar.

Só que essa reação tem que ser nossa Roger. A massa é que está indignada com o que é apresentado em campo. Você precisa é reagir. Ter coragem pra mudar. Esquemas, peças, o que for.

O que não pode é ser pressionado em casa por times da zona do rebaixamento. O que não pode é perder pro lanterna a cada rodada. O que não pode é ser colocado na roda pelo Sport e ver o Victor trabalhar muito mais que o Magrão num jogo como mandante.

O que não pode é jogar fora todo o apoio da massa que jogo após jogo, mesmo após cada atuação ridícula, segue indo ao Horto em bom número.

Bom número sim, porque não podemos ignorar valores, sequência de jogos, momento econômico, horários, clima, qualidade do futebol apresentado, vontade demonstrada pelos jogadores. São muitas justificativas pra diminuir a presença do torcedor e ele tem ido assim mesmo!

E quem vai ao campo sabe que não dá pra engolir essa análise que só contempla os dados e estatísticas pra falar de atuação dos jogadores. Eu, cada vez que vou ao Horto, ignoro mais qualquer informação estatística que venham usar pra defender o Carioca, que infelizmente não é o único que está jogando mal. Elias, Robinho, Fred, Fábio Santos...  é muita gente jogando muito abaixo do que pode e deve.

Você, Roger, nesses meses de Galo, ainda bem, não viu essa torcida furiosa de verdade. Ainda não. Não deixe esse péssimo momento evoluir mais. Não deixe a situação ficar insustentável. Dê a mão à palmatória e mude. Nem que seja pra mostrar ao torcedor que o problema é maior e que as mudanças que ele quer não vão melhorar a situação.

O que não pode é ficar como está.

Reage Roger ou a reação você vai acabar assistindo lá de Porto Alegre.

Vamos, Galo!

@allanpassus

terça-feira, 20 de junho de 2017

PRÉ-JOGO: GALO X Sport - VAMOS VAMOS MEU GALO



Galo entrará em campo para enterrar a má fase. Após vitória consistente fora de seus domínios, o time alvinegro precisa se impor em casa e conquistar os 3 pontos. Em um campeonato de pontos corridos é fundamental não perder pontos em casa. O Indepa e toda a mística que sempre o cercou devem voltar a atuar ao lado do Galo.
Luan já retornou no último jogo e amanhã estará no banco novamente. Roger Bernardo está regularizado e também ficará no banco. Robinho deve ser o poupado da rodada.
Fred estará de volta, já Yago está suspenso. Rafael Moura, que marcou o gol dá vitória na última rodada, volta pro banco e é uma ótima opção para o segundo tempo. Adilson está em frase de transição e deve retornar no jogo contra o Botafogo, pela copa do Brasil.
Provável Galo: Victor, Alex Silva, Léo Silva, Felipe Santana, Fábio Santos, Carioca, Ralph, Elias, Otero ou Valdivia, Fred.

BASE

A nossa categoria de base é comumente criticada pela torcida. Mas será que temos razão nas críticas??

O Luiz pesquisou a fundo e apresentou os reais resultados da base Atleticana, confira aqui!

Chegou a hora de darmos apoio a nossa molecada. Não são todos atletas que chegam prontos tecnicamente e psicologicamente no profissional. Não basta pedir revelações, temos que ter paciência para que possam evoluir como jogadores e que tenhamos resultados futuros.

No jogo de amanhã teremos volta Olímpica do Sub 20, campeão da Copa Do Brasil na última semana.


TORCIDA


Sempre fomos conhecidos pelo fanatismo e fidelidade, em nenhum momento o Galo nunca foi abandonado por sua torcida. Passamos por momentos ruins, mas sempre juntos.

Desde 2012 estamos em nossa era de ouro, a época mais vencedora da centenária história. E isso causa mudanças nos torcedores, estamos mais exigentes. Isso eu compreendo muito bem.

Mas temos que saber que ser exigente é totalmente diferente de deixar de ser fiel. Momento difícil, como estamos passando, é o momento ideal para colocarmos a prova a fidelidade. Ir ao estádio nos bons momentos, é fácil. É maravilhoso, mas é fácil.

Mas é agora que podemos ser decisivos, vamos empurrar o Galo mesmo em momento ruim. Vá ao estádio e doe seu grito ao Galo!! 



segunda-feira, 19 de junho de 2017

Será que o trabalho do André Figueiredo na base foi tão ruim assim ?


   Com a partida precoce do nosso eterno diretor de futebol Eduardo Maluf, nosso presidente Daniel Nepomuceno não perdeu tempo e anunciou o ex-coordenador das divisões de base  André Figueiredo como novo superintendente de futebol do clube. André Figueiredo coordenava as divisões de base do Atlético desde 2004, onde colecionou títulos e revelações de jogadores, algumas com grande destaque no futebol mundial, outras nem tanto, mas sem culpa.

   Este post visa mostrar o trabalho feito pelo novo superintendente de futebol do Atlético, buscando entender o porque foi tão criticado nas redes sociais quando foi anunciado o novo cargo.

   Aqui vamos trazer as principais revelações do Atlético desde 2004, mostrando a carreira de sucesso ou de fracasso de cada jogador.

   Desde a história de fundação do Clube Atlético Mineiro os jovens estão dentro do clube. A história nos conta que o clube foi fundado por estudantes de um colégio de Belo Horizonte, era o sonho daqueles jovens ter um clube de futebol para disputar o campeonato da cidade, assim como na história recente do Brasil o sonho de muitas crianças é se tornar um jogador de futebol, claro que sem pensar no dinheiro que poderão ganhar no futuro,  e sim em fazer aquilo que mais gostam que é jogar futebol, e serem igual seus ídolos que aparecem na TV.

   Assim como dizem que os jovens são o futuro da nação, os jovens também são os futuros dos clubes, pelo menos dentro de campo.

   As categorias de base do Atlético já existem desde que o futebol brasileiro se estruturou em competições profissionais e categorias de base. O primeiro título registrado pelas divisões de base do Atlético foi o Campeonato Mineiro sub-20 de 1945.

   Nas divisões de base do Atlético surgiram grandes jogadores como o ídolo e maior artilheiro do clube de todos os tempos Reinaldo, os meias Paulo Isidoro e Toninho Cerezo, o goleiro João Leite, jogadores que foram ídolos da maioria dos pais de vocês, ou de alguns de vocês que estão lendo.

   Na época que comecei a acompanhar futebol (final da década de 90), eu vi bons jogadores atuando no profissional sem saber que eram jogadores formados no clube, não sabia naquela época que ainda não me interessava por buscar a origem daqueles jogadores. Mas eu vi jogadores como Dedê, Lincoln, Mancini, mais tarde vi Cláudio Caçapa, vi Cicinho e outros que não se destacaram tanto.

   No ano mais triste de nossa história (2005, o ano do rebaixamento a Série B), vimos um treinador corajoso chamado Lori Sandri barrar jogadores consagrados, os famosos medalhões, para lançar garotos da base, muitos diriam que eles foram lançados na fogueira, pois foram lançados com a missão de livrar o Atlético do rebaixamento, fato que não aconteceu. Apesar do rebaixamento, aqueles garotos lançados honraram o clube que os revelaram, jogaram com muita raça, sem sentirem a pressão de serem lançados no profissional na pior situação possível, a poucas rodadas do fim do campeonato e na zona de rebaixamento. Os garotos que entraram conseguiram tirar o time de uma sequência de 6 jogos sem vencer para 5 jogos sem perder. Claro que o time nas últimas 5 rodadas não era composto apenas por jogadores da base, mas muitos entraram durante essas últimas rodadas. Pra se ter idéia na penúltima rodada contra o Vasco (a rodada que foi decretada o rebaixamento), dos 11 titulares naquele empate em 0x0, 8 eram jogadores formados na base. Apenas Cáceres, Euller, e Rubens Cardoso não eram jogadores da base.

  Apesar de serem jogados na fogueira na reta final de 2005 e terem amargado o rebaixamento para a série B do Brasileirão, aqueles garotos tiveram a chance de mostrar seu futebol e acabaram formando o time base do Atlético em 2006 que subiria para a série A novamente. Em 2005/2006 surgiram o s goleiros Bruno e Diego Alves, os zagueiros Lima, Leandro Castán e Thiago Junio, os laterais Rodrigo Dias e Thiago Feltri, os volantes Rafael Miranda e Alício, os meias Ramon Osni e Renato Ribeiro e o atacante Quirino. Durante a temporada 2006 ainda surgiram outros jogadores para compor o elenco que seria campeão e subiria pra Série A.

  Na imagem abaixo listamos os 11 destaques revelados na divisões de base do Atlético desde 2005, e antes que venham criticar falando que tal jogador não é destaque. A lista trás os destaques de CADA POSIÇÃO, apesar de tal jogador não ter conseguido ser bem sucedido em sua carreira. Acredito que se tal jogador não se deu bem em sua carreira a culpa não seja do Atlético, e sim dele próprio.

Diego Alves, Marcos Rocha, Jemerson, Leandro Castán, Thiago Feltri, Rafael Miranda, Renan Garcia, Giovanni Augusto, Ramon Osni, Bernard, Kléber Laube.

Com asterisco * jogadores que chegaram a Seleção Brasileira principal

*Diego Alves: 61 jogos com a camisa do Galo. Carreira: Atlético, Almería-ESP, Valência-ESP.

*Marcos Rocha: 283 jogos com a camisa do Galo até o momento. . Carreira: Atlético, Uberlândia, Atlético, Ponte Preta, América-MG, Atlético

*Jemerson: 109 jogos com a camisa do Galo. Carreira: Atlético, Democrata-SL, Monaco-FRA

*Leandro Castán: 44 jogos com a camisa do Galo. Carreira: Atlético, Helsing Borg-SUE, Grêmio Barueri-SP, Corinthians, Roma-ITA, Sampdoria-ITA, Torino-ITA

Thiago Feltri: 141 jogos com a camisa do Galo. Carreira: Atlético, Goiás, Atlético, Atlético-GO, Vasco, Joinville, Atlético-GO, Bragantino, Trigres-RJ, Portuguesa

Rafael Miranda: 153 jogos com a camisa do Galo. Carreira: Atlético, Atlético-PR, Marítimo-POR, Bahia, ABC, Ferroviária-SP, Vitória Guimarães-POR

Renan Garcia: 59 jogos com a camisa do Galo. Carreira: Atlético, Santa Cruz, Atlético, Celta-ESP, Sport, Fortaleza, Vitória Guimarães-POR, Beira Mar-POR, CFR Cluj-ROM, Sampdoria-ITA, Al Nasr-EAU, Emirates-EAU.

Giovanni Augusto: 59 jogos com a camisa do Galo. Carreira: Atlético, Náutico, Atlético, Grêmio Barueri-SP, Criciúma, ABC, Figueirense, Atlético, Corinthians

Ramon Osni: 44 jogos com a camisa do Galo. Carreira: Atlético, Corinthians, CSKA Moscow-RUS, Krylia Sovetov-RUS, Flamengo, Bahia, Boavista-RJ, Náutico, Consadole Sapporo-JAP, Remo, Brasiliense, Goianésia-GO, Democrata-SL, Brasiliense, Araxá-MG, Brasiliense, Rio Verde-GO

*Bernard: 100 jogos com a camisa do Galo. Carreira: Atlético, Democrata-SL, Atlético, Shakhtar-UCR

*Kléber Laube: 13 jogos com a camisa do Galo. Carreira: Atlético, Marítimo-POR, Porto-POR, Palmeiras, Porto-POR, Estoril-POR, Beijing Guoan-CHN, Estoril-POR


   Vendo por essa lista acima, podemos perceber que existe uma grande diferença do rumo que cada jogador levou sua carreira. Alguns se deram bem internacionalmente, jogaram em grandes clubes, chegaram a seleção brasileira, enquanto outros uma carreira nacional ou que chegaram no topo e depois desceram a ladeira. Grande destaque para Ramon Osni, que surgiu como um grande promessa, passando por todas seleções de base. Foi vendido ao Corinthians, foi vendido para CSKA da Rússia, passou por outro time pequeno lá, voltou para o Flamengo no Brasil e a partir dali sua carreira acabou. Foi passando de time em time, só diminuindo o nível desses times, até chegar ao fundo do posso. Resultado de uma carreira mau levada pelo jogador, oque é uma pena, pois tinha muito potencial.

  Podemos destacar vários outros jogadores além desses 11 da lista, Renan Oliveira, Renato Ribeiro, Werley, Leandro Almeida, Lima, Éder Luís, Zé Antônio, Rodrigo Dias, etc. Vários jogadores surgidos nas divisões de base do Atlético passaram pelas seleções de base do Brasil.

   Atualmente nosso elenco principal está recheado de jogadores formados na base, alguns que vem jogando regularmente, como é o caso de Gabriel e Yago. Com essa crise de lesões foi preciso recorrer a base mesmo, e surgiram nomes como Uílson, Jesiel, Ralph, Leonan, Rodrigão, Capixaba, Elder, entre outros.

  As divisões de base do Galo são destaque nas competições de base mundo afora, colecionando conquistas em países da Europa. Confira os títulos conquistados desde 2004:

JÚNIOR
Copa do Brasil (2017)
Torneio de Terborg (2006, 2008, 2016, 2017)
Torneio ICGT (2011, 2013)
Torneio Oberndoff (2004)
Torneio de Ennepetal (2005, 2008, 2014)
Torneio Kvarneska Rivjera (2005)
Taça BH (2005, 2009, 2011)
Campeonato Mineiro (2005, 2006, 2007, 2010, 2012)

JUVENIL
Copa do Brasil (2014)
Future Champions (2010, 2011(1), 2011(2), 2012, 2014)
Torneio de Gradisca (2004, 2006, 2007, 2008)
Copa Amizade Brasil Japão (2010)
Campeonato Mineiro (2005, 2006, 2011, 2012, 2013, 2016)
Copa Integração (2006)

INFANTIL
Copa do Brasil (2015)
Copa Integração (2005, 2010)
Campeonato Mineiro (2009, 2010, 2012, 2013, 2015)
BH Youth Cup (2010, 2015)

  Abaixo uma lista com todos jogadores destaques revelados na base do Galo a partir de 2004:

GOLEIROS:
-Uílson (2014) 23 anos
-Renan Ribeiro (2009) 27 anos
-Bruno Fuso (2008) 29 anos
-Diego Alves (2005) 31 anos
-Bruno (2005) 32 anos
-Edson (2005) 31 anos

ZAGUEIROS:
-Rodrigão (2017) 21 anos
-Gabriel (2016) 22 anos
-Jesiel (2015) 23 anos
-Donato (2014) 23 anos
-Bruno Henrique (2010) 27 anos
-Sidimar (2010) 24 anos
-Samuel (2008) 29 anos
-Werley (2007) 28 anos
-Leandro Almeida (2007) 30 anos
-Welton Felipe (2006) 31 anos
-Leandro Castán (2005) 30 anos
-Lima (2005) 32 anos
-Thiago Junio (2004) 33 anos

LATERAIS DIREITO:
-Alex Silva (2013) 23 anos
-Felipe Cordeiro (2009) 25 anos
-Marcos Rocha (2008) 28 anos
-Sheslon (2007) 30 anos
-Zé Antônio (2005) 33 anos
-Rodrigo Dias (2005) 32 anos

LATERAIS ESQUERDO:
-Leonan (2016) 21 anos
-Eron (2010) 25 anos
-Adriano Júnio (2006) 31 anos
-Thiago Feltri (2005) 32 anos

VOLANTES:
-Ralph (2016) 19 anos
-Eduardo Henrique (2014) 22 anos
-Lucas Cândido (2013) 23 anos
-Fillipe Soutto (2010) 26 anos
-Rafael Jataí (2009) 28 anos
-Rafael Miranda (2005) 32 anos
-Renan Garcia (2005) 31 anos
-Alício (2005) 33 anos

MEIAS:
-Dodô (2013) 22 anos
-Leleu (2011) 24 anos
-Giovanni Augusto (2010) 27 anos
-João Pedro (2010) 25 anos
-Nikão (2010) 24 anos
-Wendel (2010) 25 anos
-Diney (2010) 26 anos
-Chiquinho (2009) 28 anos
-Renan Oliveira (2008) 27 anos
-Tchô (2005) 30 anos
-Yuri Naves (2009) 27 anos
-Ramon Osni (2005) 29 anos
-Renato Ribeiro (2004) 32 anos

ATACANTES:
-João Figueiredo (2017) 21 anos
-Capixaba (2016) 20 anos
-Carlos (2013) 21 anos
-Elder (2013) 24 anos
-Bernard (2011) 24 anos
-Marion (2010) 25 anos
-Kléber Laube (2009) 27 anos
-Raphael Aguiar (2008) 29 anos - falecido
-Pedro Paulo (2008) 31 anos
-Eduardo (2007) 30 anos
-Paulo Henrique (2007) 28 anos
-Éder Luís (2005) 32 anos
-Rafael Moura (2004) 


   Conclusão: André Figueiredo como coordenador da base foi vitorioso, não sejamos injustos com ele nessa nova etapa de sua carreira. Infelizmente Eduardo Maluf nos deixou precocemente e é insuperável, mas vamos deixar o André fazer seu trabalho pra depois fazermos nossas críticas. Assim como devemos ser mais pacientes com os jogadores formados no clube.



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