Primeiro
é preciso lembrar que Alexandre Pato é um cara mais "avoado" (como se
diz no interior) que o normal.
Se
fosse um pouco mais concentrado na carreira e em suas funções em campo seria o
camisa 9 da seleção brasileira, tranquilamente.
Na
quarta passada, Pato teve mais um de seus relapsos e tal qual aquele cara que é
o último a rir no cinema depois que todo mundo ficou quase rouco de gargalhar, acabou
conhecendo um inferno que muitos já tinham tido o desprazer de enfrentar.
O
Mineirão.
Mas
não o Mineirão em um dia qualquer. O Mineirão em dia de Jogo do Galo. O
Mineirão da Massa. Aí é diferente.
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Diante do São Paulo, a Massa deu mais um show à parte no Mineirão: 47 mil pessoas! |
Pato
nunca o tinha visto daquela forma. Não imagina que aquilo poderia ser possível.
É preciso
entende-lo afinal. O atacante tricolor só tinha enfrentado no Mineirão
um outro time da capital.
E
tem gente que não consegue entender determinadas situações sem vivenciá-las.
Acontece, Pato. Sem problemas.
Eu
só queria lhe alertar que aquilo que você viu e ouviu na quarta-feira não foi
para você. Não foi especial. Não teve nada de extraordinário. A massa é assim.
Exatamente daquele jeito que você viu e ouviu.
-
E se fosse no Independência? Poderia perguntar o ex milanista.
É.
Você não tinha muito para onde correr, meu jovem.
Mas
só para você entender, repito. Não foi nada pessoal, Pato. Essa é a Massa. Não
por você, ou por nenhum adversário. Pelo Galo.
Se
algum dia você jogar por aqui vai entender do que eu estou falando.
Sem
mimimi, não vi tanta maldade no que você disse. Eu juro. Mas que daqui pra
frente você vai pensar duas vezes antes de falar o termo “campo neutro”, isso
vai.
Que
mais e mais oponentes paguem o pato por enfrentar a Massa e seu Galo. O Galo e
sua Massa.
No
Independência, no Mineirão.
Duas
casas? Dois calabouços, dois caldeirões, dois infernos.
Sigam
jogando e correndo. Nós seguiremos torcendo e fazendo a diferença junto com
vocês.
“Vamo Galo, ganhar o Brasileiro”
Twitter: @allanpassus
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