Desde já eu digo que esse texto não é para falar mal do
Pratto, ao qual eu tenho toda a gratidão possível.
A dois anos chegava a cidade do Galo, um argentino que ia
fazer a massa vibrar e a outra torcida tremer com os seus gols, mas ele se foi,
e estava claro que ele iria.
Quando Fred chegou ficou claro que os dois não poderiam
jogar juntos, com o esquema tático imposto por Marcelo Oliveira, quase sempre
Fred era o que se beneficiava. Com um menor destaque no Galo, Pratto em alguns
jogos se viu amargando a reserva, em outros ele não ajudava ou jogava tanto
como gostaria. Ficou claro que com a chegada de Fred as coisas para Pratto não
seriam as mesmas, que seria só questão de tempo para os outros times perceberem
o estado dele e começar a chuva de proposta.
Um jogador raçudo, que dá o sangue em prol do time, pelos
gols marcados e pela alegra dada aos torcedores atleticanos.
Ao Urso argentino que sua carreira vá longe!
Por:Julio Filizzola
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